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Resultados da busca por tag:  verde

12
nov

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Falta pouco para entrarmos no assunto Natal/Ano Novo e só pararmos quando? Ano que vem, claro. E como nós já estamos mergulhadas neste universo já faz um tempo, para trazer bastante novidade para vocês, não resisti e resolvi fazer uma introdução. Fato é que eu amo o Natal, o espírito natalino, tudo verde e vermelho. Mas vocês não acham que ficaria lindo se trocássemos o vermelho pelo rosa? Think pink always, inclusive no Natal.

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Há quem diga que verde e rosa não combinam. Mas já cantava Alcione “Mas tem muita gente invejosa, Que diz que verde e rosa, É muito feio, não combina bem, Pois, quem fala desse jeito, Só fala por despeito, Das cores lindas que a Mangueira tem… Por que, maus observadores, Verde e rosa são as cores, Da rainha das flores, É, senhoras e senhores, A Mangueira tem as cores, Da rainha das flores”.

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(mais…)

25
jul

Desde que fui convidada a colocar um verdinho aqui no Objeteria, fiquei tentando resgatar no meu passado motivos para eu hoje ter me envolvido também profissionalmente com plantas e paisagens, explicação faltava. Na minha memória apenas uma imagem acabou valendo mais que todas as palavras: Minha vó escarafunchando nosso quintal, nossa horta, os mil vasinhos de violetas, azaléias e antúrios espalhados em cada cantinho livre da casa. Enquanto isso, eu enlouquecia todos mudando os móveis de lugar, arranjando e rearranjando as coisas sem nunca me cansar. O toque final geralmente ficava por conta de um vasinho de flor no centro de alguma mesa sobre um paninho de crochê também da vó. Me encantam muito essas lembranças. Além é claro de ter crescido apanhando os nossos verdes e as nossas frutas ali nesse mesmo quintal.

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De lá pra cá a vida aconteceu. Saí de casa, fiz arquitetura, continuei meus estudos e foi exatamente no Paisagismo que encontrei a primeira porta para iniciar uma trajetória acadêmica. Quando surgiu o convite para dar aulas, a disciplina era Projeto de Paisagem Urbana, no curso de Arquitetura. Certa vez eu li que as melhores oportunidades da vida aparecem disfarçadas de trabalho. Já se vão quase quatro anos de descobertas prazerosas tanto na teoria quanto na prática e muita troca com meus alunos. A curiosidade pelo tema, o senso de observação e o encantamento com novos cenários, passaram a destacar ainda mais o paisagismo e o mundo das plantas pra mim. Se por um lado a arquitetura aumentou minha inquietação em querer sempre mudar a cara da casa, as plantas praticamente dão conta desse recado sozinhas. É sempre uma delícia se surpreender com uma florzinha nova desabrochando em casa.

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Mas engana-se quem pensa que vivo rodeada por um jardim. Penso que tanto a decoração quanto o paisagismo são poderosos aliados na hora de dar a nossa identidade em casa. Visitar um cliente e perceber o seu toque pessoal no “nosso” projeto é tão prazeroso quanto sentir personalidade em qualquer lar. Sim! O vasinho de planta sobre o paninho de crochê é lindo, romântico e muito delicado. Com a saída de casa ficaram pra trás não apenas as plantas, mas também a horta, o pomar, a abundância de sol, a terra e tudo mais. Morando em apartamento fica mais difícil, mas não impossível. Demorei a ter plantas que vingassem no meu apê que é bem arejado, mas não tem nada de sol. Aqui acabei investindo mais em folhagens e suculentas, que se adaptam bem apenas com claridade. Por isso para os que não sabem por onde começar um pequeno jardim seja em casa ou apartamento, tentei separar alguns aprendizados simples de serem aplicados em qualquer espaço.

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Existem diferenças de percepção causadas pelos espaços arquitetônicos e paisagísticos. Qualquer lugar ainda sem as paredes internas causa uma sensação de espaço diminuído. Da mesma forma em um jardim, muros e paredes “chamam” o observador e reduzindo as sensações de distância. Isso se acentua quando há um piso diretamente ligado a um muro. Gera uma sensação de aridez. Por isso a dica inicial é sempre prever um canteirinho no encontro de um muro com um piso.

A segunda dica é tentar integrar o jardim com algo que existe ao redor, pode ser uma árvore do vizinho que invade seu terreno com suas folhas e flores, ou mesmo uma paisagem que merece ser enquadrada no seu jardim de alguma forma. Mas se ter uma visa exuberante não é possível, vale se divertir um pouco com o conceito dos enquadramentos.

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Outra dica é tentar criar pontos focais, que direcionem caminhos ou configurem cenários.

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Esculturas e iluminação são ótimos pontos focais. Essa é do famoso artista mineiro Amilcar de Castro.

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Trabalhar um pouquinho o humor no seu jardim também confere um clima super bacana.

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Nada melhor que propiciar alguns usos mais específicos: Hortas são um ótimo exemplo e as avós adoram. Valem tanto para casas quanto para apartamentos… Mas aqui, decidi colocar esse exemplo super legal que ajuda a manter as plantas hidratadas se for necessário se ausentar por um tempo.

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Ainda na linha das hortas… outra dica poderosa é explorar diferentes texturas nos canteiros e arranjos. A dica das texturas parte de se pensar também nos nossos sentidos: Tato, Olfato, Paladar, Audição e Visão. Faz todo sentido não é? Afinal, nós amamos, mas não somos só visão! Benedito Abbud nos ensina isso com louvor!

Por fim e não menos importante, luz é tudo!! E quando se fala em luz, gosto da simplicidade dos americanos, que usam as luzes de natal em todos os contextos, o ano todo… Vejam que charme esse pátio super simples nos Estados Unidos.

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Bom, quer seja em ambientes internos ou em um amplo jardim, plantas, flores, arbustos ou folhagens tem toda a sofisticação e toda a simplicidades que buscamos quando a tarefa é deixar nossos lares mais humanos e aconchegantes. Espero ter estimulado o verde e que aproveitem as dicas postadas.

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Para falar com a Lud, envie um e-mail para ludmila@patio.arq.br

25
jun

Verde, amarelo, azul e branco. Esses matizes arraigados nos corações e mentes dos brasileiros podem muito bem entrar na decoração tingindo peças e ambientes.

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São cores que celebram o espírito nacional, o verde das matas, o amarelo do ouro, o azul do céu e o branco da paz. Cores vibrantes, as cores da nossa bandeira.

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Tempere a decoração da sua casa com as nossas cores. É um país de cores intensas e influências multiculturais, com design  e  produções  multicoloridas e entrelaçadas que vem ganhando  o mundo.

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Estas cores e suas variadas tonalidades, brasileiras e gigantes  por natureza, quando  bem aplicadas em ambientes e paredes,  encarnam o DNA brasileiro, reafirmando a liberdade emocional  forte e vibrante, com muita elegância.

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28
mai

Uma composição de cores e tons bem elaborada tem o poder de despertar as melhores sensações. Embora as paredes claras sejam a escolha mais óbvia e funcionem para muitos, cada vez mais pessoas estão ousando , arriscando e colocando cores nas paredes, e na vida.

As pessoas vêm deixando de lado a teoria de espaço e amplitude que o branco propicia em busca de outras sensações, como: aconchego, prazer, calma, alegria… A inspiração pode vir da natureza onde há infinitas cores e tons, de um quadro, de uma estampa de tecido que lhe tragam determinadas sensações, tente identificá-las.

Matizes intensos tem o poder de confortar. Tons entre o marrom e o cinza, que as pessoas tem medo de usar, abraçam, oferecem aconchego. Cores escuras é um bom recurso para valorizar objetos e obras de arte nas paredes. Elegantes, os tons berinjela e verde escuro proporcionam profundidade, convidam o olhar a ir longe.  Um azul intenso faz referência ao céu e pode valorizar o desenho do móvel, da marcenaria. Vermelhos e rosas trazem vibração, alegria em dobro, e o  amarelo expressão de bom humor.

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