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Resultados da busca por tag:  arte

31
out

Foi com o objetivo de trazer uma atmosfera contemporânea para os ambientes através de peças decorativas que acrescentam personalidade que nasceu o Studio Tombo. Buscávamos alguns produtos para finalização dos projeto e não encontrávamos em lugar nenhum, pensamos: mão na massa! Começamos a explorar novas formas de expressão para o desenvolvimento de peças decorativas.

E então nascerem três linhas de ilustrações, com desenhos prismáticos e uma forte referência a formas geométricas.

As formas e as cores puras são as apostas para as 10 ilustrações que compõem a linha METRIC.COLOR, onde o minimalismo destaca a composição geométrica simples.

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E não parou por aí! Após a imersão neste universo dos ângulos, linhas e cores, a produção partiu para pesquisa de fractais e para a composição da geometria na natureza. Aí surgiu a linha de ilustrações METRIC.NATURE, que se dedica a explorar a natureza e simbolismos, inspirado na geometria presente nos elementos químicos, na dimensão micro e macroscópica do universo.

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E por último a linha METRIC.GRAY que explora a incansável beleza dos tons neutros.

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Dos estudos feitos para as ilustrações surgiram muitas ideias, saímos do papel e partimos para a produção de esculturas criando alguns modelos físicos resultado de toda as pesquisas.

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São esculturas de formas geométricas bi e tridimensionais, onde linhas e planos formam figuras em que a perspectiva é desconstruída.

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Hoje, as peças são encomendadas com o Studio Tombo e algumas podem ser encontradas na loja Objeteria.

15
set

A decoração ficou mais divertida. Cada vez mais decorar, montar sua casa, seu espaço, vem sendo sugerida e desejada  como um processo a ser vivenciado.   Um ato de experimentação, de criação, de diversão.

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Existe sempre uma forma de alegrar e colocar humor em  um ambiente. Objetos de impacto visual, seja pela cor, seja  pela forma, pela mudança de função. Ou um design imprevisível.

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Ou quem sabe   utilizar objetos fora do seu contexto, transformar objetos  comuns, puros, em peças divertidas. Em  outras encher de graça. Algumas das  possibilidades  entre tantas.

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Resgate seus brinquedos de  infância , tire-os  das caixas. Reutilize brinquedos, peças  e objetos  ou parte dos mesmos.

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Colecione peças engraçadas que pareçam ser o que não são. Customize peças que lhe agradam, as quais juntas e misturadas ficam cheias de charme.

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Lembre-se:  bom humor faz bem. Brinque com os sentidos ao decorar sua casa. Sinta, toque, monte, desmonte,   contemple, se divirta na escolha e criação de objetos.  Isto mesmo casa que é casa tem riso, diversão, humor.

05
ago

Livros e revistas decoram sim. Universos de palavras, personagens, imagens e pensamentos. Decoram tanto fechados, sós ou em conjunto, quanto abertos e  à disposição para serem lidos,  folheados e admirados…

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Livros e revistas  não têm que ficar escondidos, nem necessariamente em estantes completamente fechadas.

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Livros e revistas, alguns são  verdadeiras obras de arte, com capas lindas,  com edição em papéis de muita qualidade, com a marca do tempo e do uso. Sejam os livros e as revistas de arte, de design, de gastronomia, de fotografias, de história, de geografia, etc.

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Leitores apaixonados incorporam os livros e as revistas na decoração de todos  e quaisquer ambientes. Na sala, nas mesas de centro e laterais, na cozinha, no quarto, até no closet e no banheiro.

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Por paixão ou por necessidade leitores assíduos  sabem o quanto é importante organizar o universo das imagens e palavras.  Mantê-los em ordem para facilitar a consulta. Mantê-los por perto para poder desfrutá-los com mais facilidade

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30
mai

De volta aos tempos de adolescente, escolhi ser designer gráfico talvez porque nunca me dei muito bem com as palavras. Meu caminho natural foi buscar nas imagens uma maneira para me expressar. Nessas, o design começou como um curso de faculdade, depois um hobby bem prazeroso e hoje se tornou meu universo, meu sustento, meu porto seguro.  Como convidado de hoje, eu tenho uma incumbência: a de deixar uma singela sugestão. Uma pequena visão pessoal,  aquela  que deixa tudo mais cremoso.

Decidi então compartilhar com vocês uma das minhas paixões: os cartazes. Nada de parte técnica, muito menos a diferença entre um cartaz e um pôster (para os designers chatos). Mas, sim, a historia e os sentimentos envolvidos por trás de cada um deles. E como, ao menos para mim, essas historias podem ser transportadas pra dentro dos nossos ambientes cotidianos trazendo aquele gosto agridoce da nostalgia, acendendo memórias ou relembrando momentos que às vezes você nem viveu.

Pode se dizer que a história do cartaz é coincidente com a própria história do Homem. A sua evolução reflete com rigor a tecnologia, a estética e a linha de pensamento de cada época. Da pedra como suporte até a impressão em papel moderno, de Toulouse Lautrec a Stefan Sagmeister, freqüentemente os cartazes são utilizados como uma forma acessível e eficaz de comunicação.  O show daquela banda gringa, aquele filme que arrastou multidões, a inesquecível peça de teatro ou o inoportuno aviso do governo, tudo está ali documentado em cartazes. Tá, mas e aê?

Bom, eu vou tentar explicar. “Aê” que hoje vejo um pouco dos dois lados: de quem faz e de quem consome. Como designer gráfico, um dos meus prazeres é produzir esses cartazes para muitos desses pequenos momentos inesquecíveis. Às vezes, aparece algum amigo dizendo que curtiu o cartaz daquele show ou um outro, bem mais direto, que logo enquadrou e pendurou na sala de estar. Sério, para um designer isso é muito, muito gratificante. Mas, pra mim, nem é o mais maluco. Maluco mesmo é perceber que cada um tem uma leitura, uma visão totalmente diferente sobre a idéia que tive na concepção desse trem todo.

Ver nos olhos deles que aquela fagulha de idéia inflamou um significado totalmente único, pessoal e singular. Uma conexão até então impensada por mim, uma visão que não me pertencia, mas que  ganhou vida própria através da  bagagem e impressão individual de cada sujeito. Outro dia, um me disse: ” – Eu acordo e todo o dia esta lá, pendurado na parede. Eu logo lembro daquela noite, foi fod*! “ Eu lembro que sorri e logo pensei: “Coisa de gente maluca!”  Mas de novo repensei e conclui que não –  tudo isso agora faz sentido. Todos os dias o cartaz está lá, contando aquela história dele, que ele viveu, que ele criou e que ele escolheu recontar.

Cara, mas cadê a sugestão? Calma aí que eu to chegando lá. Entro agora no lado consumidor. Tudo faz sentido por que eu também… eu também fazia a mesma coisa. Desde os tempos de moleque onde forrava meu quarto com todas aquelas revistas-poster de bandas e filmes blockbusters queme faziam sentir  o cara mais legal da rua. Foram inúmeros cartazes pendurados nas casas que vivi e, ainda hoje,  no estudio onde trabalho diariamente, eu tenho outros muitos espalhados e enquadrados. Em cada um deles, há uma memória, em cada um deles há um sentimento. Aquela turnê inesquecível na Califórnia que eu nunca vou estar, aquela viagem pra chegar no show que eu jamais sonhei em ver, o olhar inocente na festa do bar da esquina, tudo está lá. Todos pendurados, expostos, acessíveis aos olhos de todos. Mas as historias, essas são só minhas.

Minha sugestão? Pendure na parede. Coloque todas essas inspirações, referências e influencias na sua parede. Conte essas histórias para o mundo. Interprete, signifique, crie e recrie a sua maneira. Reflita no vertical e frio do concreto um pequeno recorte seu, afinal como  se diz: o que não é visto não é lembrado. Se vai ficar bonito ou não já é outra historia, mas a Objeteria está aí para te ajudar com isso. Para dar uma forcinha, eu separei umas imagens, mas logo aviso que estou longe de ser um bom decorador. Foi um prazer. Cambio, desligo.

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Conheça mais do trabalho do Faustin em: Behance , Balaclava Studio e Balaclava Studio Facebook

16
mai

A arte torna você uma pessoa mais interessante. Não digo que é preciso ser um crítico, saber reconhecer obras de artistas de todas as décadas possíveis. Mas, dotados de inteligência e de sensibilidade que somos, valorizar os dois é viver nosso potencial.

Minha missão de convidada hoje aqui no blog, é deixar alguma sugestão. E minha proposta é: você habitar um mundo mais lúdico e imaginativo! Ou, pelo menos (pra não pirar demais por aí), enxergar a sua casa dessa forma. Uma alternativa!? Rodeando-se de ilustrações!

Uma ilustração existe para ornar ou ajudar a expressar algum conteúdo. Ela tem a capacidade também de tornar um assunto difícil ou monótono mais amigável. A parte que mais gosto de considerar, é que ilustrações encorajam um humor contemplativo no espectador, e podem até gerar emoções complexas. É quando você fica olhando pra uma coisa, sentindo algo mesmo sem saber porquê, ou no que pensar exatamente. É o valor artístico aparecendo.

O tipo de conteúdo e mídia variam. Minha sugestão de verdade vem agora: sua casa é seu reflexo, então encare você mesmo como conteúdo. Parte da essência da ilustração está na interpretação. A saída criativa quem tem que dar é você. Selecionar uma coleção de ilustrações é também um trabalho artístico. Não sei se é mais fácil ou mais difícil, mas encarar você mesmo como contador da própria história ou como personagem, com certeza vai deixar sua casa ilustrada mais interessante. Escolha imagens não só por serem bonitas, mas que de alguma forma tenham a ver com você.

Na prática, decorar a casa com ilustrações anda bem fácil. A internet está aí, exuberante, cheia de portfólios lindos de ilustradores (lindos). Se você não for vendê-las – e por estar na categoria sou obrigada a mencionar isso – não há mal em imprimir algumas imagens que estejam em boa resolução. E então emoldurar, costurar, colar ou desenhar (sim!) pela casa. Se você quiser deixar o ilustrador feliz e realizado financeiramente vale enviar um e-mail pedindo, ou procurar pelos links chamados “shop” nos portfólios. Além disso, você vai ficar com uma imagem bem decente em alta qualidade. Existem hoje muitos sites especializados que vendem gravuras e produtos ilustrados diversos.

Por fim, deixo aqui algumas fotos pra servirem de inspiração para essa sua parede nua. A verdade é que nela se encontram latentes muitas outras possibilidades!

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Conheça mais do trabalho da Julia Back clicando aqui!